Poema de Elza Fraga y obra de Roxana D'Empaire Um céu enluarado
a mansidão do vento
dobrando uma esquina
a pausa do tempo
parado, esperando,
a espreita da noite,
tentando contê-la.
Só minha dor
rasgada num grito
consegue
acordar
as estrelas.
a mansidão do vento
dobrando uma esquina
a pausa do tempo
parado, esperando,
a espreita da noite,
tentando contê-la.
Só minha dor
rasgada num grito
consegue
acordar
as estrelas.
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